quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Sem titulo

Foste andando sobre a sombra da meia-lua, no meio daquela paisagem em se questionar, se descobriu o que ainda se imaginava, afastando de si a culpa da vaidade, ou apenas o questionamento da verdade, se pensou, se pesou e comparou um valor poderia se quebrar por cousa tal? uma corrente partiria seu elo por muito menos, mas a verdade que isso fez estremecer um de seus lados o metal forjado em sua composição se fez como fio de naylon, e apertava a garganta, com toda a força quanto mais se falava mais se torqueava... ranger dos dentes e sorrisos brancos, apenas não se tinha mais pesar sobre os passos, aquela água que saboreava teu lábio, lambeava em torno de mim, o sentido não se fazia presente, nem ausente.. talvez devia observar risonho, sentido que emudeceu o canto, se fez duvida em tanto, e reverteu a ponta da lança ou seria da flecha que acertou o alvo cego? mas acertou, se fez de mira e força. o sentimento depois se desfez, como pulando de um penhasco, se volta em uma face opaca e sem pranto, apenas se contem e retrai, se queima a ultima vela. se vira ao avesso e se observa, as folhas continuam caindo, o vento soprando, mas a pele não tem nem almenos calor, se mantém frio, sempre frio. E a lua permaneceu como sempre foi.
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